1 de abril de 2014
16 de junho de 2013
22 de setembro de 2012
Estação das Flores
Cântico à Natureza
Nelson Sargento, Jamelão e Alfredo Português
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| Orquídea |
Orquídea
aquarela
aquarela
med 4 x 6cm
Brilha no céu o astro rei com fulguração
abrasando a terra anunciando o verão
outono estação singela e pura
é a pujança da natura
dando frutos em profusão
Inverno, chuva, geada e garoa
molhando a terra preciosa e tão boa
desponta a primavera triunfal
são as estações do ano
num desfile magistral
A primavera matizada e viçosa
pontilhada de amores
engalanada, majestosa
desabrocham as flores
nos campos, nos jardins e nos quintais
a primavera é a estação dos vegetais
Oh! primavera adorada
inspiradora de amores
Oh! primavera idolatrada
sublime estação das flores
abrasando a terra anunciando o verão
outono estação singela e pura
é a pujança da natura
dando frutos em profusão
Inverno, chuva, geada e garoa
molhando a terra preciosa e tão boa
desponta a primavera triunfal
são as estações do ano
num desfile magistral
A primavera matizada e viçosa
pontilhada de amores
engalanada, majestosa
desabrocham as flores
nos campos, nos jardins e nos quintais
a primavera é a estação dos vegetais
Oh! primavera adorada
inspiradora de amores
Oh! primavera idolatrada
sublime estação das flores
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| aquarela sobre passe-partout de papel artesanal de cana-de-açúcar tingida |
7 de setembro de 2012
Macacada
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Irmãs
|
Cada Macaco no Seu Galho
de Caetano Veloso
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Não se aborreça moço da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aqui não vai pra lá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Não se aborreça moço da cabeça grande
Você vem não sei de onde
Fica aqui não vai pra lá
Esse negócio da mãe preta ser leiteira
Já encheu sua mamadeira
Vá mamar noutro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
O seu é em outro lugar
Xô xuá
Cada macaco no seu galho
Xô xuá
Eu não me canso de falar
Xô xuá
O meu galho é na Bahia
Xô xuá
29 de janeiro de 2012
Sabedoria da Flor
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Flores
aquarela
med 10 x 5cm
aquarela
med 10 x 5cm
Cântico da Flor
de Khalil Gibran
Sou uma palavra amável proferida e repetida
pela voz da natureza;
sou uma estrela caída
da tenda azul sobre o tapete verde.
Sou a filha dos elementos
com quem o inverno concebeu;
a quem a primavera deu à luz,
fui criada no colo do verão e
dormi na cama do outono.
Ao amanhecer, me unir a brisa
para anunciar a vinda da luz;
ao entardecer, me juntei os pássaros
no convite de despedida a luz.
As planícies são decoradas com
minhas lindas cores
e o ar é perfumado
com minha fragrância.
Como abraço a sonolência,
os olhos da noite cuidam de mim,
e como desperto,
encaro o sol,
que é o único olho do dia.
Bebo o orvalho como vinho,
e ouço as vozes dos pássaros,
e danço no chacoalhar ritmado da grama.
Sou o presente do amante,
sou a guirlanda do casamento,
sou a memória de um momento de felicidade,
sou o último presente dos vivos aos mortos,
sou uma parte alegria e uma parte tristeza.
Mas olho para o alto para ver somente a luz,
e nunca olho para baixo para ver minha sombra.
Esta é a sabedoria que o homem deve aprender.
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